… hoje a Lua conjunta a Marte em Peixes, e nos próximos 3 dias, o Sol está a “levar” a sua Luz de Plutão a Júpiter, o que significa:
das “trevas” (e dos mecanismos inconscientes de sobrevivência) a uma “visão maior”,
e vamos Cuidar de Todos *
Por isso escrevo aqui hoje estas linhas:
A propósito do meu recente webinar “ZoomIn Maio 2020 – e a transição até Fevereiro 2021”, já recebi alguns feedbacks de pessoas “pré-ocupadas” com as MINHAS interpretações dos trânsitos astrólogicos que qualquer astrólogo pode constatar:
os trânsitos, digo; qualquer um pode constatar – são posições astrológicas que se prestam às mais diversas intepretações e análises: e nisso, são universais – mas não as interpretações, porque essas são totalmente subjectivas, pessoais, e da responsabilidade integral de cada um.
por isso – porque cada Um tem as suas, e eu tenho naturalmente as minhas – foi uma decisão difícil de tomar, para mim:
ou partilhar o essencial da minha visão das coisas, e ser autêntico (não histérico, não emocional, não dramático, mas autêntico) com o que “vejo” quando olho para os Céus do último trimestre do ano,
ou manter-me “políticamente correcto” (acho que por esta altura já toda a gente percebeu o oxímoro, e a contradição existentes entre “política” – pelo menos como praxis – e “correcção” – se lhe atendéssemos aos ideais)
e (manter-me) cobardemente na tirania do ‘não incomodar’ os medos alheios com opiniões, visões e possibilidades que não são desejáveis, nem fáceis, nem convenientes, nem reféns da “tirania do consolo” que tanta gente parece confundir com a ilusão da “segurança”:
– qualquer dia, e já faltou mais, estamos a bater nas pessoas que tiveram o cuidado de colocar avisos com “perigo de derrocada” só porque queremos ir à praia sem nos preocuparmos com nada, nem ter que “pensar nisso”, e então: em vez de considerar o aviso para termos mais cuidado com as eventualidades, preferimos destruí-lo, ou entramos em pânico e voltamos para trás só porque existe essa possibilidade
e qualquer uma delas é uma forma extraordinária de violência, em si mesma, porque é a voz do rebanho condenando e escorraçando a ovelha que pergunta “e se vem aí um lobo?” – ou entrando em pânico colectivo só por causa da pergunta.
Bem, no meu webinar – onde partilhei a minha percepção, que afinal de contas, vale o que vale e não mais do que isso (só o tempo o dirá) – tomei a opção de “interpretar” os trânsitos do final do ano, clarificando que é só a minha percepção,
mas sem deixar de o fazer.
De a oferecer, digo, porque afinal: que mais posso eu partilhar e oferecer, a não ser a minha “verdade”?
Não os meus desejos, não os meus ideais, não as distorções contadas por mim a mim mesmo para não encarar o que me diz a percepção (chama-se a isso, na psicologia, redução de dissonâncias – e é o mesm o processo pelo qual, por exemplo, uma pessoa se convence de que precisava mesmo “daquilo”, depois de ter comprado uma coisa absurdamente cara e sem grande justificação real, ou procura que os amigos ajudem a validar o acto impulsivo, dizendo-lhe, por exemplo, “fizeste bem” ou “eu também compraria”. E nós, seres humanos, passamos o tempo a reduzir as nossas dissonâncias, que é como quem diz, a mentir a nós próprios. E este é um Tempo de Verdade – nua, crua, e sem filtros).
Mas a questão é que a “verdade”, para cada Um (e especialmente porque os Nódulos acabaram de entrar no eixo Gémeos/Sagitário que significa a desmultiplicação das versões, das perspectivas, e da cegueira da pretensão de uma “verdade absoluta” – e todas as dissensões nascidas dessa pretensão),
A “verdade”, dizia, é função da própria percepção – a verdade para cada Um é função da sua própria percepção; e por isso, não pode ser – até que alguma forma de “realidade” a valide ou desminta -, considerada mais do que “a minha” “verdade”.
E mais grave do que reconhecer isto, apenas não ter consciência de que cada um vive, mais ou menos inconscientemente, “dentro” do quadradinho da sua própria verdade – e isto é tão mais delicado quanto menos consciência se tem de que, consciente ou inconscientemente, cada Um tomou para si percepções pessoais e universalizou-as sob a forma daquilo que é “verdade” – para Si.
Mais uma tema desta mudança dos Nódulos para o eixo Gémeos – Sagitário, e temos um ano e meio pela frente para compreender isto, se é que ainda não compreendemos.
Então, a propósito do meu webinar sobre os trânsitos até Fevereiro 2021 (embora incidindo em Maio, porque mais à frente haveremos de fazer outros – até que a voz nos doa 😉 )
foi uma decisão ponderada, e difícil, falar das dimensões possíveis mais “desconfortáveis” ou “assustadoras” (para alguns), porque sabia em que “fios” invisíveis isso ia mexer nalgumas pessoas menos “trabalhadas” interiormente, ou mais iludidas, ou simplesmente, mais assustadas – e para as quais tudo serve para legitimar, ou fazer emergir, o medo dificilmente assumido e empurrado para o pré-consciente.
Mas preferi fazer isso, correndo o risco de estar errado (e até o desejaria, se me movesse por desejos pessoais) no que vejo como manifestações prováveis dos trânsitos no último trimestre do ano (e só no fim do ano é que saberemos, não é?, até lá é irracional estar a discutir o assunto)
do que lidar, depois, com a consciência pesada de não o ter dito quando podia (porque quem se deita com ela– com a minha consciência – sou eu, todas as noites, o que faz de mim responsável pela consequência de todas as minhas escolhas)
– mas pelo menos, na minha crença, dando às pessoas a oportunidade de terem mais possibilidades em que pensar, e a considerar nas suas escolhas, perspectivas, estratégias a curto e médio-prazo, nas suas opções, nos seus planos, nas suas perspectivas temporais de futuro.
Por todo o lado há economistas a fazer previsões, microbiologistas a fazer previsões, astrólogos a fazer previsões, profissionais de saúde a fazer previsões, políticos a fazer previsões,… e isto não é diferente.
São/foram (são!) as minhas “previsões” para os trânsitos que qualquer astrólogo pode constatar se formarão nos céus a partir do meio/final do Verão.
E seja como for, não é preciso ser astrólogo para estar apreensivo: basta (se for possível sair do modo “pânico”, “medo” e “sobrevivência”, porque nos congelam a capacidade de pensar) e estar atento a tudo o que se está a passar no mundo ‘fora’ das ‘comunicações oficiais’:
o autoritarismo crescente, a violação de liberdades, a preparação de vacinas que ninguém sabe o que são e a “tendência” a querer impô-las, pelo medo ou pela força; as primeiras manifestações de crise no mercado alimentar nos EUA, onde já há queixas de falta de carne; as previsões de alguns economistas para a crise económica e financeira que se prepara como consequência das políticas e estratégias tomadas durante a pandemia (e 10x mais grave do que a mais recente, de acordo com alguns)… basta estar atento e observar.
Se o cérebro reptiliano deixar, claro.
E depois, decidir como se quer fazer e viver… em consciência.
A ideia é esperar o “melhor”, mas estar preparado para o “pior”. E “isto” nem sequer é “o pior”: são apenas algumas possibilidades para as quais é importante – repito: digo eu – estarmos atentos. Não é uma previsão astrológica: é simplesmente senso comum.
… eu não disse a ninguém, durante o webinar, PARA fazer nada; nem eu sou autoridade na vida de ninguém. Não tenho essa pretensão, nem fantasia, nem poder, nem responsabilidade. O que eu disse foi que os trânsitos a partir de Setembro são particularmente desafiadores e reveladores de muitas tensões entre a auto-determinação dos indivíduos e o contexto social, a “prepotência” dos governos, e o caos social generalizado; e isto, no contexto já de si difícil que estamos a viver, não querendo dizer nada em particular, deveria, pelo menos, pôr-nos a pensar. Não a antecipar catástrofes, mas sabendo que não se trata propriamente de purpurinas e borboletas e arco-íris, a tomar algumas providências para o caso de o caos intensificar.
Mas eu “sabia” no que me “estava a meter” 🙂 E escolhi correr esse risco.
Agora,
O que as pessoas façam, assumindo que são adultas, é da sua própria responsabilidade.
Não é isso que estamos todos a aprender por estes tempos? A sermos mais adultos, mais responsáveis, e a retirar do “exterior” a tendência a projectarmos a nossa autoridade nos outros?
Vejam bem, o quanto as “autoridades” exteriores nos Servem. O que “eles” sabem. E o que “eles podem”.
Ou vamos continuar a esperar que seja o governo e a direcção geral de saúde e o bill gates a dizer-nos o que fazer, e como viver?!
Isso é o gérmen do autoritarismo, porque como disse o Nietzsche, numa frase que repito há 10 anos para quem queira ouvir: “quem não obedece a si próprio, será comandado”.
Basta observar o que está a acontecer no mundo.
… E estamos todos – também – a poder reconhecer a ansiedade que nos domina, e lá no fundo, no fundo, e a enfrentar – dentro de nós, cada Um dentro de si mesmo – o medo da morte com que algumas (muitas) pessoas ainda não se pacificaram.
É triste, mas é verídico 😃
Claro que vamos torcer e esperar o melhor,… mas se temos algum bom-senso (DIGO EU! 😊), vamos estar atentos à necessidade de tomar algumas providências – como ensina, de resto, o senso comum.
Para quem não faz ideia do que estou a falar, E QUER, pode pedir a gravação do Webinar ao Pedro Martins pelo email Comunicarpm@gmail.com, está disponível pelo preço original de 15e (há níveis de Patreon que têm estes webinars como oferta – vocês sabem quem são)
Ou isso,
ou esperar pelo próximo webinar dedicado ao assunto. Para mim é uma questão de Serviço Público; não sou eu quem anda a ameaçar o Mundo com o medo do COVID para vender máscaras e vacinas:
A minha área de trabalho, há vinte anos, é a “consciência”, a “prevenção” e a Co-Criação de realidades mais “interessantes” – uma vez que tomemos consciência de que há ciclos, e energias, dentro e com as quais nos movemos e temos a nossa existência.
Em 2012 – está escrito numa revista – afirmei que lá para 2025 teríamos uma sociedade mais bonita, e que até lá, o colapso do que conhecêramos até então seria inevitável (é uma Lei da Vida, não fui eu quem inventou!)
Em Dezembro de 2018 fiz uma conferência aberta ao público para mais de cem pessoas em que afirmei que Janeiro de 2020 assinalaria a “cristalização” do que se vem desenhando, e anunciando, de forma mais subtil (mas nem por isso menos evidente) desde 2008. Está gravado e disponível no SoundCloud, já postei isso cinquenta vezes nos últimos dois ou três meses.
Há dezenas, centenas, milhares de astrólogos por todo o mundo a falar sobre isto.
Mas vale o que vale. E como em tudo o que é Astrologia desde o início dos Tempos,
Só o Tempo o dirá.
É aqui que me lembro daquela célebre frase de um bilionário americano que uma vez terá dito:
“os milionários não têm astrólogos. Os bilionários, sim.”
E eu não falo de dinheiro, que isso é o menos.
Falo de Qualidade de Vida.
A possível,
Que é sempre função da Qualidade da nossa própria Consciência.
muitas bênçãos para Tod@s,
é o que desejo. Não é o que prevejo, porque isso é impossível:
é da Responsabilidade de Cada Um, e da Criação Colectiva com que cada Um contribui com a sua (pequena, mas indispensável e insubstituível) “parte”.
… hoje, e nos próximos 3 dias, o Sol está a “levar” a sua Luz de Plutão a Júpiter, o que significa:
das “trevas” (e dos mecanismos inconscientes de sobrevivência) a uma “visão maior” – e repito,
não fui eu quem “inventou” a Inteligência e o Rigor desta linguagem, deste código, e das Energias Vivas a que estas se referem.
bom dia!, e Votos de Muita Luz *

