18 de Maio de 2023 – insight diário – caFé da manhã

Abençoados os que têm planetas a 27º/28º da Água ou da Terra, pois deles serão as bençãos do Sol em Touro, Marte em Caranguejo, e Neptuno em Peixes.

Hoje.

De resto,

Abençoados os que têm planetas a 10º/11º da Água ou da Terra, pois deles serão as bençãos de Vénus em Caranguejo e da Lua exaltada em Touro, ao início do dia,

Lua encarregue – hoje – de fazer a translação da Luz de Mercúrio sextil a Saturno para Vénus em Caranguejo, e da Vénus em Caranguejo para Urano a 19 de Touro, e de Urano em Touro para o Sol em Touro, e do Sol em Touro para Marte em Caranguejo, e isto tudo

ainda antes de Marte sair do conforto familiar de Caranguejo para ir dar a cara a Leão, enfrentar Júpiter e Plutão, e trazer a próxima onda de choque, confronto, estímulo, conquista, e bravado.

Abençoados os que têm planetas ao redor dos 6º da Água ou Terra, pois deles serão as bençãos de Mercúrio e Saturno.

Abençoados os que têm planetas ao redor dos 0º/1º da Terra e da Água, pois deles serão as bençãos de Júpiter recém-entrado a caminho do Nódulo Norte em Touro.

Chato, chato, ou nem por isso (dependendo do nível de consciência e de Vontade Espiritual) é ter planetas a 0º dos Fixos, pois deles serão os sarilhos, os desafios, os confrontos (e as oportunidades) de Júpiter em quadratura a Plutão de Touro para Aquário, e as crises de excesso, as crises de segurança, e as crises de não estarmos à altura dos nossos próprios desafios.

Chato, chato, é não estar disponível para a transformação, o aprofundamento, a mudança de visão e perspectiva de quem é Fixo por natureza e tende a teimar – quer nas suas próprias limitações, quer nas suas próprias sobre-estimativas de si próprios e das suas possibilidades;

Abençoados os que sabem redimensionar a Vida (para mais, ou para menos) à medida e dimensão das suas próprias possibilidades, pois deles será o reino dos céus

(ou dos ares?)

sobre a Terra.

Abençoados os que estão vivos, pois deles é a oportunidade de fazer algo diferente, até para honrar os mortos

– não foi Cristo que disse “abandonai os mortos e fugi rapidamente“? Ou terá sido Jack, o Estripador?! –

Plutão rege o submundo e Júpiter o ir mais longe; ambos regem diferentes tipos de riquezas, tesouros, e Poder; e alguma maneira havemos de arranjar de mergulhar na história profunda do inconsciente (familiar?), nas sombras (da nossa psique, ou memória?), ou no profundo (da nossa inconsciência? do nosso sono? do nosso transe? das nossas obsessões ou ideias apodrecidas, já sem caminho para andar?)

e fazer algo de novo, de bom, de útil, de empoderador, com elas;

trazer do passado e do fundo da mina novas pepitas, trazê-las à Luz, e olhá-las de um novo ângulo, quem sabe secá-las e expô-las ao Sol no museu do nosso próprio património, uma por uma, uma e outra vez.

Abençoado quem vive e pode, por podê-lo; e quem está morto,

podeu

mas em calhando

nem o fez:

nem chegou a transformar em sonho o seu próprio pesadelo.

Abençoados os que o fazem, por Isso; porque aquilo,

já foi, já era: 

já deu.

E quem dá nova Vida aos mortos é que viveu.

Abençoados os que têm planetas na Terra e na Água, elementos da memória e do concreto:

ninguém pode fazer da sua história apenas vitória, derrota, ou decreto:

a Vida é um Oásis que brota de dentro de nós próprios e sacia a cada Um a sede

do seu próprio deserto *