23 de Fevereiro – insight diário – caFé da manhã

… pode haver o senso de que algo se “arrumou”, recentemente, dentro de nós, ou então – que há calmaria temporária (e não o é, tudo? temporário?) depois de umas ondas bem fortes terem arremessado contra a orla costeira.

palavra de metereologista.

ainda há poucos dias andava tudo desencontrado, nomeadamente: o Yin e o Yang – principalmente esses, que são a primeira expressão da Unidade e dão origem aos dez mil milhões de coisas. Nas nossas vidas e psiques,

entre o sentir e o querer; entre o fazer e o pedir; entre o engolir e o expressar; entre o que se “sabe” e o que se faz, entre o que se gosta e o que se tem, 

entre uma parte

e a outra

do nosso próprio Ser.

Mas agora há um Yang pacificado, recentemente, a obter poder interior rapidamente enquanto se regenera,

e há um Yin já mais aberto, mais exposto, e prestes a tornar-se Santo: estivéssemos nós à altura de tudo quanto a imaginação humana, divinamente inspirada, pode conceber.

De modes que,

à medida que os dias avançam novos encontros e encaixes vão tendo lugar dentro de nós,

os horizontes vão abrindo e a Luz espraiando-se cada vez mais, iluminando mais e mais do nosso Caminho (principalmente para “cima” e para o futuro),

trazendo novos insights visões percepções possibilidades 

ampliando e reparando as redes formadas por esses fios invisíveis que costuram nós, e unidades,

algo de novo, de “melhor”, pulsa debaixo da Terra

e à nossa volta, no Céu,

preparam-se melhores alinhamentos 

à medida que nós, se viemos das estrelas e a elas retornaremos,

nos alinhamos também

– em linhas, filas, abóbodas, círculos, esferas, clusters e redondéis –

pelo Júpiter, pelo Saturno, pelo Plutão,

e nos desalinhamos tão bem

pelo Urano, pelo Neptuno, pelo Marte,

nos regemos pelo ritmo do tambor do amar-se,

nos calibramos pelo prumo do amar-te

oh Bem Amada

Vida Vida,

que és mais curta

– mas redonda? – 

que cumprida *