… pode haver o senso de que algo se “arrumou”, recentemente, dentro de nós, ou então – que há calmaria temporária (e não o é, tudo? temporário?) depois de umas ondas bem fortes terem arremessado contra a orla costeira.
palavra de metereologista.
ainda há poucos dias andava tudo desencontrado, nomeadamente: o Yin e o Yang – principalmente esses, que são a primeira expressão da Unidade e dão origem aos dez mil milhões de coisas. Nas nossas vidas e psiques,
entre o sentir e o querer; entre o fazer e o pedir; entre o engolir e o expressar; entre o que se “sabe” e o que se faz, entre o que se gosta e o que se tem,
entre uma parte
e a outra
do nosso próprio Ser.
Mas agora há um Yang pacificado, recentemente, a obter poder interior rapidamente enquanto se regenera,
e há um Yin já mais aberto, mais exposto, e prestes a tornar-se Santo: estivéssemos nós à altura de tudo quanto a imaginação humana, divinamente inspirada, pode conceber.
De modes que,
à medida que os dias avançam novos encontros e encaixes vão tendo lugar dentro de nós,
os horizontes vão abrindo e a Luz espraiando-se cada vez mais, iluminando mais e mais do nosso Caminho (principalmente para “cima” e para o futuro),
trazendo novos insights visões percepções possibilidades
ampliando e reparando as redes formadas por esses fios invisíveis que costuram nós, e unidades,
algo de novo, de “melhor”, pulsa debaixo da Terra
e à nossa volta, no Céu,
preparam-se melhores alinhamentos
à medida que nós, se viemos das estrelas e a elas retornaremos,
nos alinhamos também
– em linhas, filas, abóbodas, círculos, esferas, clusters e redondéis –
pelo Júpiter, pelo Saturno, pelo Plutão,
e nos desalinhamos tão bem
pelo Urano, pelo Neptuno, pelo Marte,
nos regemos pelo ritmo do tambor do amar-se,
nos calibramos pelo prumo do amar-te
oh Bem Amada
Vida Vida,
que és mais curta
– mas redonda? –
que cumprida *



