Hoje
é natural sentirmo-nos em transição entre tempos,
é mais fácil dar entendimento aos acontecimentos recentes nas nossas vidas
é natural sentirmos impulso e vontade de mudar coisas, buscar novos rumos, novas visões, inspirações,
introduzir mudanças dramáticas
mas não saber bem por onde começar, ou então
não.
“Vimos”, que é como quem diz, estamos a emergir de várias, poderosas conjunções planetárias recentes:
Júpiter e Saturno e a promessa de uma nova ordem,
Marte e Urano e a necessidade de viver com liberdade, autonomia, independência e de acordo com os nossos próprios valores,
Sol e Saturno e a absoluta necessidade de sermos integralmente responsáveis pelo que andamos a criar e construir com nossas acções, decisões, escolhas – e uso do Tempo;
“Aproximamo-nos” da conjunção Sol/Júpiter, exacta na 5ª feira dia 28,
e da conjunção Vénus/Plutão, exacta no dia 28,
e da Lua Cheia de Aquário,
exacta no dia 28.
O poder de própria transformação por Amor ao que podemos-vir-a-Ser,
A importância de ter uma Visão e viver de forma ética – na peregrinação que é querer caminhar rumo a Deus, ao Bem, à Luz, e aos ideais superiores
– fazer da vida uma peregrinação: e esta, hein?
A iluminação do quão distantes estamos dos nossos ideais
a compreensão de que mais do que “atingi-los” – fosse isso possível,
a realização de que o que é importante
é mantermo-nos a caminhar.
Renovar os votos e as intenções
aprender com a experiência passada recente
redobrar os esforços e a vigilância, a auto-observação
a capacidade de testemunhar a irrealidade a passar no écrã mental
e não levar demasiado a sério certos pensamentos, muitos dos pensamentos,
reconhecer que se estamos a pensar, é para separar dividir e resolver problemas,
tem a sua utilidade, mas não resolve a Vida,
e se estamos a Ser é para reunir, recordar, vencer fossos e divisões
Amar
tem a sua utilidade, mas não revolve – por Si só – a existência,
e a existência precisa ser revolvida
revolta
– não necessariamente revoltada
em busca peregrinação e em honra do Centro:
Não pode é ser vivida
de costas voltadas para a Vida
nem para todos os Universos
que cada Um leva dentro *


