25 de Janeiro de 2020 – insight diário – caFé da manhã

Hoje

é natural sentirmo-nos em transição entre tempos,

é mais fácil dar entendimento aos acontecimentos recentes nas nossas vidas 

é natural sentirmos impulso e vontade de mudar coisas, buscar novos rumos, novas visões, inspirações, 

introduzir mudanças dramáticas

mas não saber bem por onde começar, ou então

não.

“Vimos”, que é como quem diz, estamos a emergir de várias, poderosas conjunções planetárias recentes:

Júpiter e Saturno e a promessa de uma nova ordem,

Marte e Urano e a necessidade de viver com liberdade, autonomia, independência e de acordo com os nossos próprios valores,

Sol e Saturno e a absoluta necessidade de sermos integralmente responsáveis pelo que andamos a criar e construir com nossas acções, decisões, escolhas – e uso do Tempo;

“Aproximamo-nos” da conjunção Sol/Júpiter, exacta na 5ª feira dia 28,

e da conjunção Vénus/Plutão, exacta no dia 28,

e da Lua Cheia de Aquário,

exacta no dia 28.

O poder de própria transformação por Amor ao que podemos-vir-a-Ser,

A importância de ter uma Visão e viver de forma ética – na peregrinação que é querer caminhar rumo a Deus, ao Bem, à Luz, e aos ideais superiores 

– fazer da vida uma peregrinação: e esta, hein?

A iluminação do quão distantes estamos dos nossos ideais

a compreensão de que mais do que “atingi-los” – fosse isso possível,

a realização de que o que é importante

é mantermo-nos a caminhar.

Renovar os votos e as intenções

aprender com a experiência passada recente

redobrar os esforços e a vigilância, a auto-observação

a capacidade de testemunhar a irrealidade a passar no écrã mental

e não levar demasiado a sério certos pensamentos, muitos dos pensamentos,

reconhecer que se estamos a pensar, é para separar dividir e resolver problemas,

tem a sua utilidade, mas não resolve a Vida,

e se estamos a Ser é para reunir, recordar, vencer fossos e divisões

Amar

tem a sua utilidade, mas não revolve – por Si só – a existência,

e a existência precisa ser revolvida

revolta

– não necessariamente revoltada

em busca peregrinação e em honra do Centro:

Não pode é ser vivida

de costas voltadas para a Vida

nem para todos os Universos

que cada Um leva dentro *