Pensa numa prenda.
Uma que represente ou traga entusiasmo
quando pensas nela
Visualiza-te feliz, enérgico/a, dopaminado/a;
imagina-te
dedicado a actividades, em contextos, ou rodeado
daquilo que te dá prazer, te faz vibrar em verdade, te faz crescer.
Pensa
em coisas que queiras vir a viver, experienciar, criar, experimentar,
dar a ti próprio a oportunidade – e confessares-te o desejo –
de viveres livre, nos teus próprios termos, como se fosse possível
ser psicopata e escapar impune – confessa
um desejo inadmissível, ou inacreditável, ou difícil de aceitar que o possas ter, e viver,
querer, alcançar, e sonhar:
Imagina
uma prenda que a Vida te pudesse dar.
Depois mantém a imagem, a percepção, e mantém o contacto consciente com a emoção, a vibração
o que experienciarás quando – ou “se“, pronto; para os mais realistas, quero dizer: para os assassinos dos próprios sonhos, há sempre que se encolher em qualquer coisa, principalmente no desnecessário, que é a capacidade de sonhar –
Imagina
se puderes
e se é que queres
a tua vida em Festa, como pássaros na floresta,
ouve
o chilrear da Alegria
escuta
o entusiasmo cheio de possibilidades com que nasce um novo dia
aceita
que deus te quer dar uma prenda e tu podes escolher,
agora mesmo,
com o que escolhes pensar, imaginar, visualizar, co-criar
pela força determinada do teu pensamento decidido a seres ainda mais feliz,
estupida e absurdamente mais feliz,
o que seria
que criarias
para te tornares num deus de alta vibração
com o manto da Criação
envolvendo a sua mais pródiga cria?
Cria.
E mantém o olho (da mente, o olho do espírito)
segurando a imagem, a criação, a inspiração, a imagem,
a visualização.
E respira.
Continua a respirar e a manter a imagem na tua mente,
e o início de Março te mostrará se és ou não Criador,
filho e deus,
e da mente *


