27 de Abril
O Tempo, lembras-te?
O Tempo e o vento.
Atrás de Ti, como empurrando o teu Espírito adiante, está o vento:
O vento de liberdade, de mudança, de reinvenção, de abertura ao novo ao diferente e ao futuro e ao que nunca mais queiras imaginar que alguma vez vais voltar a caber na mentalidade que alguma vez tiveste:
Estás a chegar ao limite da expansão do teu próximo nível de potencial e como diz o outro,
Uma mente que se abre a uma ideia nova jamais regressa ao seu tamanho original.
E um Coração desperto jamais se preenche do que já foi – apenas do que brota de dentro e lhe é devolvido, como consequência e resposta, de fora:
A Alma plasmada no Amor, na Liberdade, e no voo do Espírito.
Mas outra coisa é o tempo.
Talvez te tenhas afastado já demasiado daquilo que é a familiaridade do ambiente, da tradição, da cultura, da sociedade, da transmissão do que te foi passado
– do que te é, ou já foi, esperado –
(depende de quanto te libertaste, e portanto:
Do quanto já aceitaste e (t’)amaste)
– até que apetece dizer:
Namaste.
Mas outra coisa é o Tempo.
E o Tempo vai precisar acompanhar o Espírito.
E essas coisas… vão levar tempo *
Vão levar o seu tempo.
Vai-te trazer o Céu,
o Tempo.

