31 de Março de 2023 – insight diário – caFé da manhã

Chegamos ao final de um mês extraordinário e preparamo-nos para outro,

Curiosamente

Fechando e resolvendo pontas soltas que vêm lá de trás, de meses ou até mesmo do ano passado;

Coisas familiares, aquisições resoluções compras vendas e acordos

Que tenderam a arrastar-se e ficar à espera de resolução e clarificação

Até agora.

Pela frente,

Temos um mês marcado por uma grande faxina

– dir-se-ia, um mês faxinante 😉😎😆 –

com a limpeza necessária que nos permitirá avançar mais leves e purificados, acedendo a dimensões novas

(antigas?)

das nossas próprias almas

e dons

Pondo-os ao serviço

enquanto novos guias, apoios, e mestres

no plano físico e extra-físico

se acomodam ao nosso redor

para nos apoiar

a não ser

que andemos perdidos de todo

A resistir à mudança,

à limpeza,

à eliminação

e à purificação.

Às vezes,

é preciso tirar um dente ou dois

para deixar os outros crescer

para não nos prejudicar a mastigação, que é como quem diz,

a digestão e metabolização

das experiências que nos aguardam, e que Aqui estamos para criar,

se abraçarmos o nosso destino, a nossa essência, o nosso caminho, e o nosso Dharma.

Enquanto não fazemos o webinar mensal sobre os trânsitos do mês fica já aqui o recado:

A vida é a Arte de abrir mão, graciosamente, do que expirou o seu prazo de validade nas nossas vidas,

E de saber rebentar as borbulhas que estão cheias de pus.

E este mês que entra vai dar-nos a possibilidade de avançar, corajosa e resolutamente,

pelas catarses, limpezas, e renovações necessárias

a um maior senso de propósito, liberdade, e fidelidade ao nosso próprio destino

Desde que

Reconheçamos o que é a Vida

o privilégio e a benção de estarmos vivos,

on Fire,

entra a época de eclipses e estou certo de que haverão por aí

muitas e muitas bolhas a rebentar

e como venho dizendo,

ainda vamos ouvir, em muitos tons e oitavas,

variações daquela expressão do “não acredito”,

“não é possível”, “não pode ser”, “nunca pensei”,

e não deixa de ser verdade:

Basta observar para perceber

que há, realmente, muita gente

que nunca pensou *