começa com a liberdade.
cumpre-se,
e esgota-se,
nisso *
não a da “liberdade de movimentos”,
mas a da Consciência que se observa e reconhece
o quão aprisionada está,
o quão pequena é,
a ilusão com que decidiu identificar-se faz tempo,
a ver se com isso fazia também o amor *
e hoje o amor faz-se de libertação
d’amarras d’emónios d’esejos
d’apegos traumas fobias
fossem os cegos potentes:
era um nunca-sem-ver se t’avias *

