9 de Março de 2020 – insight diário – caFé da manhã

Hoje há movimento,

peças a encaixar, a começar a mover,

ou pelo menos o foco está na questão do “movimento” e “circulação”, que se traduzem como “funcionamento”, “liberdade”, e “ideal” – 

o ideal agora é pôr as coisas novamente a funcionar, a andar, a circular, 

e já tivemos embates – os primeiros – no processo dos nossos desconfinamentos

(não, não é só, nem tanto, pelo estado e pelas autoridades exteriores que estamos confinados: ou melhor, é – pelo estado da nossa consciência interna, e mais especificamente, por tudo aquilo que de nós próprios ainda não libertámos; esse a que chamaríamos o “status quo” da nossa própria Consciência):

e quando pensamos nas quadraturas formadas nos Céus entre Saturno e Urano, e todos os planetas em Aquário em tensão com Urano em Touro,

pensamos naturalmente nos desafios (atrasos, conflitos, dificuldades) na:

produção (Touro), e distribuição (Aquário) – 

de coisas diversas;

vacinas, alimentos, liberdades.

Mas o tempo é de anúncios, e cada vez falarão mais vozes,

e é um dia de renovação, com um novo senso de liberdade esperança e ar,

acima de tudo a promessa de ar no horizonte.

De uma nova respiração.

E de caminho,

vamo-nos preparando para a Grande Benção de dia 13 deste mês, com a Lua Nova de Peixes,

conjunta ao amante idealizado e ao Amor a Deus;

se reconhecermos que é às idealizações que precisamos dizer a_deus

por amor aos amantes,

e que as aprendizagens, experiências e descobertas que estamos todos a (ter de) fazer relativamente à sublimação e transpersonalização do Amor

não podem nem distrair-nos,

nem ser deixadas de fora do Caminho a ser percorrido

(não podemos ignorá-las, nem perdermo-nos nelas)

e não podemos perder de vista

que manter os olhos no alvo

por estes dias

é ser capaz de manter a visão bi-focada

(não é desfocada!)

e lembrarmo-nos a nós próprios que o que de mais valioso temos a conquistar para nós próprios, e por nós próprios,

é uma maior capacidade de Amar,

mas em Liberdade

Compreensão

e a partir do Espírito

que quer – precisa! – aprender,

através das suas experiências na Terra,

como é caminhar simultaneamente em dois planos – ou mais – 

E com o tempo vamos descobrir, se calhar,

que nunca nos tínhamos amado o suficiente ou dado permissão

para sermos felizes, nos nossos próprios termos,

– como agora – 

e se calhar até realizarmos, cada Um de Nós, acerca de Si, que

“se nunca me amei,

nunca me dei essa permissão – se calhar nunca ma dei,

e como nunca ma dei, se calhar,

em rigor, podem ter mandado muitos, mas eu-eu,

EU!,

se calhar,

na minha Vida, Coração

nunca mandei *”

Pode ser que não.

Pode ser que seja apenas uma irrevogável, auto-evidente, oportuna e abençoada oportunidade de deixar de ser mendigo

e começar a Amar

como um Rei *