Hoje há movimento,
peças a encaixar, a começar a mover,
ou pelo menos o foco está na questão do “movimento” e “circulação”, que se traduzem como “funcionamento”, “liberdade”, e “ideal” –
o ideal agora é pôr as coisas novamente a funcionar, a andar, a circular,
e já tivemos embates – os primeiros – no processo dos nossos desconfinamentos
(não, não é só, nem tanto, pelo estado e pelas autoridades exteriores que estamos confinados: ou melhor, é – pelo estado da nossa consciência interna, e mais especificamente, por tudo aquilo que de nós próprios ainda não libertámos; esse a que chamaríamos o “status quo” da nossa própria Consciência):
e quando pensamos nas quadraturas formadas nos Céus entre Saturno e Urano, e todos os planetas em Aquário em tensão com Urano em Touro,
pensamos naturalmente nos desafios (atrasos, conflitos, dificuldades) na:
produção (Touro), e distribuição (Aquário) –
de coisas diversas;
vacinas, alimentos, liberdades.
Mas o tempo é de anúncios, e cada vez falarão mais vozes,
e é um dia de renovação, com um novo senso de liberdade esperança e ar,
acima de tudo a promessa de ar no horizonte.
De uma nova respiração.
E de caminho,
vamo-nos preparando para a Grande Benção de dia 13 deste mês, com a Lua Nova de Peixes,
conjunta ao amante idealizado e ao Amor a Deus;
se reconhecermos que é às idealizações que precisamos dizer a_deus
por amor aos amantes,
e que as aprendizagens, experiências e descobertas que estamos todos a (ter de) fazer relativamente à sublimação e transpersonalização do Amor
não podem nem distrair-nos,
nem ser deixadas de fora do Caminho a ser percorrido
(não podemos ignorá-las, nem perdermo-nos nelas)
e não podemos perder de vista
que manter os olhos no alvo
por estes dias
é ser capaz de manter a visão bi-focada
(não é desfocada!)
e lembrarmo-nos a nós próprios que o que de mais valioso temos a conquistar para nós próprios, e por nós próprios,
é uma maior capacidade de Amar,
mas em Liberdade
Compreensão
e a partir do Espírito
que quer – precisa! – aprender,
através das suas experiências na Terra,
como é caminhar simultaneamente em dois planos – ou mais –
E com o tempo vamos descobrir, se calhar,
que nunca nos tínhamos amado o suficiente ou dado permissão
para sermos felizes, nos nossos próprios termos,
– como agora –
e se calhar até realizarmos, cada Um de Nós, acerca de Si, que
“se nunca me amei,
nunca me dei essa permissão – se calhar nunca ma dei,
e como nunca ma dei, se calhar,
em rigor, podem ter mandado muitos, mas eu-eu,
EU!,
se calhar,
na minha Vida, Coração
nunca mandei *”
Pode ser que não.
Pode ser que seja apenas uma irrevogável, auto-evidente, oportuna e abençoada oportunidade de deixar de ser mendigo
e começar a Amar
como um Rei *

