algumas, poucas palavras de final de ano

Nesta altura em que se fazem balanços e se manifestam votos, desejos e intenções,

ficam aqui os meus:

possamos viver Presentes, em consciência e Amor, todos os dias das nossas vidas,

possamos sempre recordar que cada novo dia é um novo dia é um novo dia,

e a cada dia se faz um ano; num ano, uma vida *

 

Obrigado pela Presença e pela Companhia ao longo dos últimos 365 dias, obrigado por um ano tão bem partilhado.

 

~~~~ Possam todos os seres habitar no Coração, possam todos os seres libertar-se do sofrimento, possam todos os seres ser felizes, possam todos os seres curar-se ~~~~

 

Possamos todos nós percorrer um Caminho com Coração – o Caminho do nosso próprio Coração -, e honrar os fios invisíveis que nos ligam a todos *

Possamos nós ser capazes de expressar o Amor, momento a momento, em todos os momentos, dias, e anos das nossas vidas: e não adiar, não conter, não negociar, não esperar, não guardar, o Amor que se faz, que se diz, que se oferece, que se desmultiplica.

Não deixemos, nunca, para amanhã

o Amor que podemos fazer hoje.

Nem o Amor, nem a Verdade *

 

… nem é tanto que comece um novo ano; é que podemos começar de novo todos os dias, pela primeira vez, a qualquer momento. E depois é só… repetir. Repetir. Repetir.

Até estarmos a fazer tudo de novo, pela primeira vez, e com mente de principiante. Com curiosidade, atenção, e ternura. Abertura. E interesse. Como se estivéssemos a poder viver de forma livre e nova, livre das velhas histórias, pela primeira vez – por uma única vez.

 

Que possamos Viver e Amar: no fundo,

são esses os meus votos, desejos, e intenções.

Não livres de histórias: mas amadurecidos e mais sábios por conta delas.

 

Para ti. Para mim. Para todos nós.

Ao passado, ao futuro, e às histórias que nos amadurecem.

Feliz 2026,

One Response

  • Obrigada, Nuno, pelos fantásticos webinares da Patologia dos Signos. Não consigo assistir em directo mas, como sempre, estou a aprender imenso. Sinto-me transportada aos idos de 2006, àquelas inesquecíveis “maratonas” astrológicas mensais, ao Sábado, no Hotel Vila Galé (Porto) em que o Nuno nos levava à descoberta desta extraordinária ferramenta de auto conhecimento que é a Astrologia (estava eu, na altura com o Neptuno a fazer conjunção ao meu Nódulo Norte em Aquário, na Casa III). Na verdade, foi algo que mudou a minha vida e sem o qual, acredito, já nem estaria aqui…
    Um grande abraço de gratidão por tudo o que me ensinou e continua a ensinar,
    Teresa

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *