como não tenho presentes para embrulhar, olha: escrevo!

Olhei agora mesmo para o relógio (astrológico), que só tinha dois ponteiros:

Sol e Plutão.

Vi o Sol a 1º de Capricórnio e Plutão a 29º de Capricórnio, e pensei para mim:

o princípio do fim.

De seguida pensei outra coisa:

extreme makeover, 

e deep changes.

E pensei que mais cedo, um pouco mais cedo, tinha estado a pensar nalguns dos “life-hacks” que já introduzi e naqueles que penso introduzir no curto prazo, e na sincronia da coisa, porque há pouco tinha estado a pensar – assim, no espírito e à laia de quem aproveita a mudança do ano civil para comer passas e fazer promessas de ano novo, e como esse é um pretexto plausível para fazer mudanças positivas, ou pelo menos desejadas – 

em elencar, assim por escrito, em coisas que faria

(se não as tivesse já feito)

e em coisas que farei

(as que ainda não fiz)

com a intenção de criar para mim próprio melhor qualidade de vida.

Também pensei, na altura, que a dar andamento a isso – a escrevê-las aqui, digo -, se isto não se começaria a parecer mais com um blog de life style do que outra coisa, e depois pensei na conjunção Júpiter/Urano que se aproxima do meu Meio-do-Céu (imagem pública e profissão), e que se dará em Touro na próxima Primavera, e se isso significaria dedicar-me mais a outra das minhas paixões e interesses – os “life-style hacks” – e a uma mudança do que faço “publicamente” há mais de vinte anos, que é aprender e ensinar sobre Astrologia e Consciência, e em vez disso, começar a escrever sobre maneiras de melhorar a qualidade de vida, mas afinal, é tudo a mesma coisa, e seria só um postzinho, uma listinha pública de sugestões virtuosas dos meus vícios privados,

e como não tenho grande paciência para grandes debates e hesitações, olha, deixo aqui o que aqui vinha escrever quando vi o relógio astrológico a marcar 1º de Capricórnio / 29º de Capricórnio, extreme make-over e deep changes.

Então pois,

se eu quisesse melhorar a minha qualidade de Vida faria (e se não o tivesse já feito), introduziria definitivamente algumas práticas e hábitos importantes, determinantes, e valiosos para o efeito.

Nunca mais beberia água da torneira e instalaria um filtro para ionizar, oxigenar, e alcalinizar a água que bebo. Dada a quantidade de água que um adulto deveria beber diariamente (2 litros, dependendo do estilo de vida, não é demais), essa só por si seria uma mudança dramática.

Andaria 8 a 10 mil passos por dia.

Não me deitaria antes de terem passado 2 a 3 horas desde a minha última refeição, e não me deitaria nunca depois das dez da noite; idealmente entre as 8 e as 9pm – às vezes deito-me ainda mais cedo, e nunca me arrependo de o fazer.

Acordaria com o nascer do Sol e sincronizaria o meu bio-ritmo com o da Luz e o do Sol.

Evitaria a todo o custo écrãs a partir do pôr-do-Sol, utilizaria lentes que bloqueiam as luzes azuis e introduziria a terapia com luz vermelha, infra-vermelhos e quasi-infra vermelhos.

Faria exercício físico vigoroso 3 a 4 vezes por semana (pessoalmente, tendo a fazer praticamente todos os dias), principalmente para prevenir o envelhecimento e a sarcopenia que vem com a idade. Além de todos os outros benefícios, mais ou menos evidentes, de preservar e desenvolver a força física, muscular, e as suas contrapartes “subtis”.

Fazer coisas difíceis e desafiar a nossa tendência natural ao conforto e à indolência.

Compraria um filtro de água para o duche e cozinharia em panelas/frigideiras/caçarolas de cerâmica.

Começaria o dia com água e cafeína, especialmente se fosse treinar a seguir ou estivesse a tentar perder peso.

Recorreria a suplementação adequada às minhas análises clínicas, objectivos e condições de saúde particulares. E estudaria tudo o que pudesse sobre isso. É o que faço – aprender, digo – pelo menos há década e meia, e de forma mais afincada pelo menos desde o início da plandemia.

Eliminaria ou reduziria drasticamente a minha utilização de produtos químicos na higiene, e de sal excessivo (excessivo!!), de açúcar, de gluten, de caseína, de gorduras “más”, e estudaria tudo o que pudesse sobre diferentes “dietas”, para compreender e acomodar diferentes perspectivas – e experimentaria o que melhor funciona para mim.

(não estou a prescrever nada, estou só a dizer o que eu faria, e só eu sei o que funciona para – e apenas para – mim).

Criaria e diversificaria as minhas fontes de rendimento.

Criaria todos os dias.

Escreveria todos os dias.

Teria intenções e objectivos para a minha vida a curto, médio, e longo prazo – pelo menos, como “bóias” marcadoras e ímanes para a minha própria vida, dentro e perante o imprevisível fluxo da Vida.

Planearia coisas importantes para a minha vida de acordo com os trânsitos planetários que tenho, mês a mês e ano a ano.

Contribuiria consistentemente para o colectivo e também, especificamente, para a vida de alguns daqueles na minha esfera pessoal, directa e regular de influência.

Agradeceria todos os dias por mais um dia de Amor e Alegria.

Alegrar-me-ia com os bons momentos mas sem entusiasmos excessivos e pueris; da mesma maneira, procuraria enfrentar estoicamente os momentos menos bons – e principalmente os dramáticos – de que a Vida é inevitavelmente feita, e que assim nos faz a nós;

Prestaria muita atenção à minha dieta energética – no que, como e com quem uso o meu tempo, energia, e atenção. Àquilo com que alimento a minha mente e as minhas emoções. Já não tenho idade nem desculpa para fazer diferente, nem para desperdiçar a Vida que os meus antepassados sacrificaram para ma oferecer.

Honraria e apreciaria todas as bençãos, graças, família e amigos que tenho – o que parece ser especialmente fácil e evidente em épocas como a natalícia, mas natal é todos os dias – ou ele há dias especiais para se nos nascer o Cristo do Coração?

Calendários colectivos à parte: I don’t think so!

Voltaria a dar atenção à suplementação e à nutrição. Saberia o que são “macros” e de quais preciso; certificar-me-ia de saber construir uma farmácia natural só com remédios naturais e suplementos. Conhecer menos de trinta ou quarenta suplementos e os seus efeitos, e dosagens, é ser um ignorante na matéria. Certificar-me-ia de que sei o que são nootrópicos e quais são os mais úteis, em que casos, e para mim.

E continuaria sempre a aprender.

A mente, afinal, é um músculo que também atrofia por falta de uso;

e à falta de uso da inteligência que deus nos deu chama-se preguiça, indolência, adormecimento, estupidez, falta de interesse e curiosidade;

no dia em que eu deixar de querer aprender coisas novas, estarei morto – e nesse caso, peço encarecidamente que me botem fogo e soprem as cinzas para longe;

haverá para aí um cacto ou um abeto que beneficiarão do resto de mim, enquanto Eu regresso a Casa e me vou rir de mim próprio, enquanto andei deste lado do véu, a dar importância a coisas sem importância e a negligenciar o importante:

e enquanto aqui ando, escolho fazer o que depende de mim para ter melhor qualidade de vida enquanto espírito encarnado

(vermelho, verde, azul, amarelo, laranja, violeta, indigo, e de todas as cores)

sem confundir o jogo de tabuleiro a que brincamos com o “verdadeiro” jogo que aqui vimos aprender a jogar:

no fim do nosso turno, afinal, arrumam-se outra vez as peças todas do monopólio na caixa, recolhem-se as casinhas e os hotéis, o dinheiro de brincar e as notas acumuladas

– volta tudo para a caixa –

e o que realmente importa é o que fizemos de nós próprios, ao longo do jogo enquanto brincávamos a comprar hotéis na rua do ouro

(sendo que o verdadeiro ouro é outro),

e como tratámos os nossos parceiros de jogo, e man!,

é tudo um jogo – ou melhor, dois:

há o jogo que tende a distrair-nos, e O Jogo real.

E neste Natal, peço a deus que nunca me permita perder de vista: nem o essencial,

nem a diferença entre os dois.

É.

Porque Deus,

all I want for Christmas is You. And me.

Porque eu sou tu, e tu és eu, e nós somos Um.

E somos Amor.

Amor e um T2 em Matosinhos,

mas o T2

é só para enganar *