enquadrando – again and again! – o Presente

(publicado/postado no Facebook originalmente em 12 Abril de 2020)

“Grau 1 de Aquário:

“O reconhecimento de que as instituições mundanas entram em decadência na medida em que perdem a “alma” ou a sua razão espiritual de ser – a sua raison d’étre;

fortalecer os ideais partilhados da sua nação / país / comunidade colocando-os em formas modernas de Serviço (ainda que impossíveis de reconhecer);

adoptar uma Missão de Vida que se encaixa na própria natureza interior vs. acabar (dar por si) em situações que parecem absurdas ou arbitrárias;

deixar-se habitar totalmente a situação pessoal imediata vs. observá-la com distanciamento;

recolher ao santuário interno da Alma para encontrar revitalização espiritual;

julgar as pessoas pelos seus ideais internos em vez de critérios superficiais;

abertura destemida da mente e do Coração (luta contra o preconceito);

moldar o futuro estudando e reinventando o passado;

a verdadeira Maçonaria – novos construtos para a realidade baseados em leis espirituais eternas.”

(tradução livre de um livro muita giro que eu tenho sobre os Símbolos Sabeus)

Isto.

É o que estamos Tod@s a (preparar-nos para)  fazer, durante este ano, ao longo de todo o ano,

na preparação da Nova Era da Consciência Humana

(ou isso, ou “inteligência” “artificial” a controlar-nos ;-))

Igualdade, Liberdade, Fraternidade:

o clamor do Espírito Humano.

No dia 21 de Dezembro de 2020 Júpiter e Saturno encontram-se no grau 1º de Aquário (voltar a ler o texto acima)

Saturno já está a dar-nos um cheirinho do que “isto” / “Isso” vai (ou pode vir-a-) Ser

(desde 22 de Março, estamos a 11 de Abril)

– um “free-preview” do que pode vir-a-ser

(para o “bem” ou para o “mal”, quero dizer,

para o “artificial” ou para o “real”/natural/autêntico/Humano)

e a Escolha está nas nossas mãos,

é função da nossa Responsa_Habilidade

(temos é que ir além do medo, da subjugação, da imbecilidade, da ignorância, da superfície, da ilusão, da cegueira, e do apego aos cadáveres do que já foi,

do que já fomos

e – TOMA BEM NOTA –

nunca mais voltará a ser).

Daqui, de onde vemos,

é Liberdade ou Morte.

parece-te extremo.

Pois é.

Um dos grandes aliados do “mal” é a inocência, a incredulidade, o idealismo bacoco, a recusa em enfrentar a “realidade” na sua complexa e indecifrável, tantas vezes, Dança entre luzes e sombras,

ninguém acreditava que o Nazismo pudesse acontecer

(menos os visionários que viviam na Alemanha – que “viram” as coisas “no Ar” a “vir aí” e se puseram ao fresco, mesmo a tempo (muitos emigraram para os Estados Unidos), antes de serem capturados para os campos de concentração capturados queimados esfomeados tiranizados explorados sugados gaseados empilhados – como todos os que ficaram – e onde viriam a morrer milhões de judeus, minorias, e outras “personae non-gratas” enquanto, aposto, balbuciavam “não, não é possível, isto não está a acontecer”. Está está, aliás, já aconteceu – e quando percebeste, já foi tarde.

jacaré que vacila vira mala de senhora,

camarão que dorme, a onda leva.)

“NEVER UNDERSTIMATE THE POWER OF DENIAL” (citação de memória do filme “American Beauty”)

Por outro lado,

a populaça(ão) tem a memória curta

o Holocausto foi há meia dúzia de anos

e nós, do alto da nossa soberba e do conforto a que estávamos habituados até à “pandemia”,

convencidos que estamos imunes a tudo,

lá porque temos tecnologia e cuidados de saúde e tratados e declarações de direitos,

achamos que estamos “livres”.

Estamos, estamos: como diz outro,

“vivemos livres numa prisão”.

Teremos um ligeiro período de “respiração” (olha para as efemérides, que está mesmo à tua frente), mas DEPOIS,

olha,

DEPOIS

a coisa vai ficar séria.

I kid you not.

Não é para te “pré-ocupar”:

é para teres precisamente do que te OCUPAR

e a chave disso é:

prepara-te

porque está tudo em aberto,

e as forças do mal estão muito mais interessadas e motivadas para as suas pequenas, mas terríveis, agendas pessoais,

do que as pessoas do “bem” (com as suas boas naturezas, incredulidade, boa-vontade, incapacidade tantas vezes de conceber o MAL que existe neste Planeta de dualidades, luzes e sombras) estão dispostas a FAZER por zelar,

cuidar,

vigiar,

e Amar *

* * *

sugiro-te que pesquises sobre Trauma.

preparamo-nos para um Trauma colectivo, aliás, já começou (e nem penses em perguntar “ah, mas quando é que passa?”, porque não vai “passar”, e muito menos por si só, e muito menos, sem a Participação Consciente de Cada Um;

ou isso – Trauma -, ou uma tremenda Cura Colectiva – mas para isso,

é preciso Consciência Responsabilidade Maturidade Mobilização Fraternidade

deixo-te aqui aquele pensamento atribuído geralmente ao B. Brecht (o mesmo que dizia “do rio que tudo arrasta se diz que é violento, mas ninguém diz violentas as margens que o oprimem”), mas que na “realidade” é de um outro Senhor:

peço-te que penses, que realmente, penses nisto, e se fores capaz de ir além da cegueira da tua mente e do teu “ego” cheio de opiniões (tal como o meu, claro, é da natureza do ego: cada um cheio das suas próprias certezas, e só o Tempo é que é juiz do que é e virá a ser “verdade”),

pensa nisto.

e depois começa a mexer-te.

o Tempo está a passar.

e só temos este verão,

só temos este verão.

Espero que não seja o último verão

em que v(iv)eremos “Liberdade” (ahahahah)

e que os resquícios de Liberdade, Dignidade, Consciência,

sejam afinal o Despontar da Nova Era

e simplesmente o “fim” (cíclico, é certo; mas que perda de tempo, oportunidades, e ciclos)

do que uma vez concebemos poderíamos vir a Ser

como Humanos.

É um pedido.

não é uma ameaça.

nem um ultimato.

e recorda:

quando a Verdade vier libertar-te,

não tomes o partido do carcereiro

não queiras matar os mensageiros da liberdade

só porque não tens a Coragem suficiente

para sair do teu cativeiro *

… e se os matares, aos mensageiros, não te preocupes:

hão-de vir outros

e encontrar-te-ão em circunstâncias cada vez mais pobres, limitadas, opressivas, degradadas

a não ser que deixes de amar e prestar vassalagem

aos teus raptores *