Dou-te uma ideia.
Escreve combinações possíveis para o trânsito de Vénus por Peixes a caminho de Neptuno, por exemplo:
Balança encontra Peixes.
Touro encontra um sonho.
Vénus tem uma desilusão.
Vénus é inspirada.
O Amor dirige-se ao mistério.
O futuro é entrega.
Balança dedica-se a uma nova arte (Peixes é o 6º signo a contar de Balança);
Balança tem um novo escravo (6ª casa ;-))
Peixes absorve – atrai – novos materiais e oxigénio, recursos e pessoas (Vénus rege Touro e Balança)
O Amor exige um sacrifício.
Entrega.
E Confiança.
Balança e Touro pintam um quadro.
Têm um sonho.
Acordam de um transe.
Peixes fica mais bonito, atraente e magnético:
começa a ter mais prazer nos pés (Vénus é o prazer e Peixes os pés que sustentam todo o edifício, e mais: fazem a ligação com o “solo”, a Terra, e o “profano”).
Peixes gosta cada vez mais de servir,
e serve cada vez melhor.
O Amor transcende.
Ou defende-se, e é inundado pelas fantasias e pelos lamentos do que poderia ter sido, mas não chegou a ser;
Neptuno recebe a pupila.
As pupilas dilatam.
Os corações sonham.
O Coração de Deus encontra maneira de amar pessoalmente;
Vénus encontra a capacidade de estar só, com Deus;
Vénus descobre-se como Neptuno, e Neptuno como Vénus:
a arte, o amor, a entrega, a dádiva, o Serviço tornam-se as novas vias do crescimento, da abundância, e do prazer.
Deus reconhece-se no outro, e depois,
trata a si próprio com gentileza, respeito, e Amor.
“Mestre, como devo tratar os outros?”
“Como assim?! Não existem outros.”
E à medida que avancemos até meados do mês,
entre miados e cios,
veremos como é cada vez mais disto,
uma e outra vez.
O Amor está no ar. Na terra. Nas águas. No fogo.
Na realidade, o Amor está em toda a parte;
e é cada vez mais fácil encontrá-lo, reconhecê-lo, e aceitá-lo
como o ar que respiramos, a terra que nos sustenta, o fogo que nos anima,
e tu respira:
e aguenta! *


