Escrevi sobre ter chegado o momento – anunciado pelos meus próprios trânsitos pessoais –
de levar ainda mais decididamente a vida como uma grande aventura
– e o Artur, perdão, o Saturno (este corrector! 😎😆)
a repetir “exercício” *
– se alguém se lembra de ter lido, sabe do que estou a falar –
Pois hoje, e já que a Vida é uma câmara de eco dos nossos pensamentos mais fortes, límpidos, e amados (ou energizados por energia emocional, que não é a mesma coisa)
– em mais uma demonstração do efeito ‘Pensa, Cria, Atrai’
Hoje uma Amiga/cliente enviou-me esta imagem da sua peregrinação a Fátima, com Amor
não fazendo ideia nenhuma de que eu tinha colocado no altar da minha mente essa ideia precisa,
sem saber – conscientemente – que estava a co-criar comigo, e, vou dizê-lo, para mim.
Tal como todos fazemos SEMPRE, A TODO O MOMENTO, com tudo o que fazemos, pensamos, e criamos.
Agora,
Tenho uma pergunta:
O que é que trazes, tu, no alforge, para a tua, que é Nossa, grande aventura, Senhor(a)?
Com o que é que contribuis para o éter colectivo, a piscina colectiva, a mente colectiva?
Quais são os teus super-poderes nesta espécie de Jumanji (o que não dá para aprender e descobrir quando temos crianças!) que é a vida,
cheia de avatares pela frente, e outros diferentes por detrás,
às vezes tão cegos, e tão entesoados, perdão, entusiasmados (são os piores – às vezes, os melhores – depende da tesão alheia, não é?!)
O que é que trazes na mochila, no cestinho,
se fosse hoje
a nossa última ceia
a nossa última cheia
ou o nosso próximo encontro
com o Vazio
com Osíris
com o Karma
ou, pior – melhor – ainda,
num encontro honesto contigo própri@?
Repara. É a tua aventura.
Make it worth it.
You make it,
anyway*


