O Jacques Casteau nasceu há 12 anos

Jacques Casteau (leia-se: Já Que Cá Estou) é o alter-eco de Jacques de Lavin (Já Que De Lá Vim): uma dupla de um só Mergulhador de Consciência (MC) especializado em acompanhar outros mergulhadores (OM) ao limite das suas próprias apneias.

Jacques Casteau, a.k.a. Jacques de Lavin, sabe – ou acredita – que o mergulho na Existência é puramente opcional… e dura um instante (do ponto de vista da Eternidade tudo dura um instante,mesmo que demore muitas vidas, ordenados ou prestações, a um Homem):

O mergulho exige o tempo exacto que demora um piolho cósmico a despertar para a realidade última do Ser: a de que de que para explorar as suas possibilidades de Ser, o piolho cósmico terá eventualmente de se (re)tornar Buda careca.

e o mais importante, digo eu – Jacques Casteau – não é chegar de piolho retornado a careca numa vida, e muito menos apregoar a iluminação ou escrever livros piolhosos em nome próprio sobre isso (nome próprio?! como assim?);

o que interessa mesmo ao pobre do piolho, digo eu – Jacques de Lavin – é começar a responsabilizar-se pela comichão à sua volta. Há sempre animais arquetípicos a nadar no inconsciente colectivo – e no inconsciente pessoal – à espera de resgate e contacto, ou algo mais. E o pior é que temos mesmo que os personalizar… fazer passar pelo garganete e trazê-los à superfície da consciência – sob pena de nos engolirem eles a nós *

(ou acha que se safa de ter relações invulgares, instáveis, e imprevisíveis com Urano na Casa Sete?,ou ter Vénus numa camisa de Neptuno vestida e ainda assim encontrar alegria na contabilidade,quando a única coisa à dimensão do amor procurado é a Imensidão do Sem Fim, Sem Nome e SemForma?)

… É que se não conhece o seu Céu, nem mergulha nos seus mares, WowMan!… you are in trouble (and you are the troublemaker, say what you may)

Nesse caso não exite-não saia, digo.

Não se desligue, não se dissocie, não ignore, não faça de conta. Esses arquétipos precisam ser reconhecidos, abraçados, e integrados ao grande condomínio da Consciência. Somos especializados em relativizar problemas. Fazemos cada um parecerem dois. E depois centenas. E depois já não são problemas, tornam-se bolhinhas de ar a soltarem-se de dentro de água. Não sabemos se são gases,mas mergulhamos consigo.

Para nos contratar ao mergulho, Jacques de Lavin e Jacques Casteau, chapinhe na água. será provavelmente uma questão do tempo cosmicamente perfeito-pelo menos a desculpa é imbatível – até localizarmos a sua bóia E DEPOIS É QUE A AVENTURA COMEÇA

Tem é que pagar a dobrar se quiser só um – e ainda mais se tiver pressa, porque não somos do serviço nacional de urgências. Somos dois mergulhadores de Consciência, e a consciência de que somos dois-faz de nós Um.

E se é difícil recuperar a Unidade, imagine ter que a perder, sistematicamente, só para recordar a toda a gente que está tudo certo desde o início, e se ainda não está tudo bem, é porque ainda não acabou (que estranha forma de vida, esta de ganhar a vida a lembrar os outros de que só ganham quando a Vida ganha, e que a Vida só ganha quando eles ganham de maneira a que todos ganhem, e que

no fundo quanto mais as pessoas se preocupam mais certo tudo está, embora-para estar cada vez mais certo – tenha que estar ou parecer tudo cada vez mais errado. Ainda para mais, quando ganhar, tantas vezes: o que exige é Renúncia)

A nossa abordagem mergulhativa é, aquaticamente, desaconselhada a neuróticos e racionalistas nervosos. Adapta-se muito mais anatomicamente ao espírito de bailarinos, peixes de muitas cores, loucos, artistas de si e dó bemol, aventureiros, exploradores, e outros espíritos livres em busca de

exacto. Tá a ver a ideia, não tá?

Se ainda assim insiste em ter uma sessão particular, leia o nosso Consentimento Informado – peça-no-lo por e-mail (ou sms, ou wattsapp – só não vale a pena ligar, porque é raro termos rede,e quando temos, andamos em modo voo–ou em modo mergulho, o que, para quem vive com a cabeça no Céu, vem dar à mesma coisa. Ou em modo silêncio, que é a única forma de respirar no oceano dos arquétipos).

Também temos facebookio. E livro de admirações * e só não pomos aqui testemunhos, agradecimentos, reclamações, críticas, e o tomate: porque não queremos ser piolhosos, nem nada disso é pessoal.

Temos muito prazer em mergulhar consigo.

Só não podemos, nem temos como, conhecer ou descrever profundezas pessoais que tem de ser o/a próprio/a a descobrir.

Mas temos um Mapa (que você desenhou ao nascer), muita prática, e acima de tudo, interesse genuíno em ajudar pessoas que já foram piolhos a aproximarem-se cada vez mais do Buda que nascemos, todos e cada um, para ser. Basta ter um Compromisso, uma Intenção, e a Coragem necessária para…mergulhar nos Céus. Nos seus.

E depois, é que pode responder por si mesmo à pergunta que tanta gente faz e tão pouca tem como responder, e que é

qual é realmente

o valor da consulta *