O Nódulo Sul: teste diagnóstico

… se leste o artigo anterior sobre o Nódulo Norte e a Emissão que te Anima (o que implica que és Patron, obrigado hoje outra vez *),

és capaz de ter interesse em ler este também:

é para te ajudar a fazer um “diagnóstico evolutívio” 🙂

… Imagina uma pessoa (não tu!, nem eu: outra! ;-)) que está mesmo nos instantes finais da sua encarnação – e que te perguntas, como eu faço tantas vezes, quão “distante” do seu próprio Nódulo Sul terminará essa pessoa a sua vida, desta vez, e quanto “Trabalho” kármico, evolutivo, transpessoal, pessoal, terá essa pessoa feito,

antes de se acabar esta oportunidade,

e começar tudo outra vez – com a carga adicional do que não aproveitou para fazer, e portanto,

com “Trabalho” “atrasado”,

e cada vez menos “bolsas de estudo do Céu”, por Bom Aproveitamento (da Vida, do Tempo, da Vitalidade, da Consciência, e da Encarnação)?

Isso é fácil de perceber. Não pelo Mapa, mas pelas circunstâncias próprias da vida (interior e exterior) dessa pessoa: basta ver quão “agarrado” ao Nódulo Sul essa pessoa acaba a vida.

Quão agarrada continua às dinâmicas não-evolutivas da sua (in)consciência.

Assim, uma pessoa com o Nódulo Sul em… vai acabar a vida agarrada a:

(queres ver?)

Nódulo Sul em Carneiro – acaba a vida agarrada a si própria; sempre soube que era só consigo que podia contar – além disso, levar os outros em consideração é uma chatice: e território desconhecido.

Nódulo Sul em Touro – acaba a vida agarrada ao seu pequeno território familiar, conhecido, e supostamente: seguro. Mas misteriosamente: também cheio de fome, sede, e desejos não-satisfeitos. Paciência. Depois há-de recomeçar a querer coisas, quando reencarnar 😉

Nódulo Sul em Gémeos – acaba a vida agarrada às suas opiniões, aos livros que leu, e às conversas que teve com as pessoas todas (tantas, e tão pouco) que “conheceu”. Acaba a vida cheia de ideias. Mas certezas, nenhuma. Nem sequer se terá realmente chegado alguma vez a viver. Mas que deu muito ao badalo e voltas às cabeça, ah!, isso deu.

Nódulo Sul em Caranguejo – acaba a vida agarrada às saias da mãezinha (ou na casa dela, que é a mesma coisa: e “casa” é também, Psicologia: e psicologia é Destino). E fotos na carteira – apesar de as haver digitais.

Nódulo Sul em Leão – acaba a vida agarrada ao palco. Ao espelho. E ao holofote. Ou então, às coisas que imagina que criou em nome próprio, enquanto estava “viva”.

Nódulo Sul em Virgem – acaba a vida agarrada às suas preocupações e culpabilizações, e não percebeu nada do que aqui andou a fazer – e na verdade, andou demasiado ocupada de coisas importantes para se lembrar de sonhar, de acreditar, e do essencial.

Nódulo Sul em Balança – acaba a vida agarrada a alguém… mas só se tiver sorte. Provavelmente, sozinha – que é para aprender e se preparar para mais uma travessia que ninguém faz por nós (nem connosco: cada um tem o seu próprio túnel de Luz ;-))

Nódulo Sul em Escorpião – acaba a vida agarrada a azedumes, segredos, abandonos, e ressentimentos. Não necessariamente numa poça de enxofre, mas… 

Nódulo Sul em Sagitário – acaba a vida agarrada às suas certezas – e como de costume, sem ninguém a entender 😉

Nódulo Sul em Capricórnio – acaba a vida cheia de artroses. E agarrada a títulos, diplomas, e brazões, numa bela casa. Fria. E seca. Não necessariamente a casa: essa até pode ser húmida.

Nódulo Sul em Aquário – acaba a vida cheia de ideias brilhantes. Mas sem Alegria. Nenhuma.

Nódulo Sul em Peixes – acaba a vida cheia de dívidas, dúvidas, arrependimentos, e lutos por fazer. Mas um dia, ainda há-de fazer tudo aquilo que (se) prometeu.

Pronto. Espero que ajude, motive, e inspire: a mim inspirou.

A criar uma nova rubrica chamada “A Astrologia da Crueldade Amorosa”, ou então, “do Humor Cruel”.

É só para sorrir: 

toda a gente sabe que ninguém acusou o toque,

nem se revê nisto.

– ah, ou então,

“A Astrologia da Ironia” 😉