o zeitgeist, e tal

Não me admira

em tempos de Plutão em Capricórnio

– o planeta mais gelado no signo do Inverno,

daí eu andar há anos a dizer que Plutão em Capricórnio é um frio do kaiaiio (como o que teremos este inverno, derivado à *crise energética*)

e temos há tanto tempo tanta expressão de Plutão em Capricórnio, da frieza a velhice, a doença, a morte, a peste, os controlos cinzentos e bafientos por detrás do pano, a plutocracia, o desânimo, a morte em vida, a contracção, o medo, o fim, a guerra,…

abriguem-se e agasalhem-se

entrámos colectivamente numa espécie de contenção e hibernação

das quais confinamentos e políticas autoritárias são apenas pequena parte e expressão.

–

não me admira, dizia, em tempos de Plutão em Capricórnio,

as coisas Plutão em Capricórnio terem sucesso.

O crime institucionalizado.

A morte.

As expropriações.

O domínio global das corporações.

O mercantilismo.

A sujeição às forças demoníacas.

As vacinas (o medo, a proteção, o controlo, a vigilância). Conservadas em criogenia.

Mas mais irónico

é os Coldplay esgotarem 4 concertos

e a companhia proprietária de todo o adn modificado pelas vacinas (já que quem as tomou poderá vir a ser considerado um organismo geneticamente modificado e, portanto, pertença da empresa que o chipou – é discutível, para já, mas demos tempo ao tempo para que a verdade emerja, se revele (ou se confirme))

se chamar “Black(Plutão)Rock(Capricórnio)”.

Não é ser irónico, é só mais uma manifestação totalmente plausível, normal, e inevitável dos arquétipos activos na psique do mundo por esta altura:

es que

yo no creo en brujas, pero que las hay,

las hay

y son todos putos vellos *

viejos,

vesgos,

ou lá o que é.