… há dias, poucos, veio a lume uma revelação
(bom, vieram tantas: falo desta, especificamente).
Ao contrário das boas versões oficiais contadas por quem domina as narrativas dominantes que circulam na sociedade para manter os mentecaptos a pensarem o que é conveniente,
o poeta Pablo Neruda parece ter sido, efectivamente, assassinado, quero dizer, envenenado – como, de resto, o seu motorista defendeu durante décadas.
Ora bem.
Uma mente astrologicamente deformada há mais de 25 anos, quando sabe de uma notícia destas, sabe que o Mapa Natal do indivíduo está a ser “mexido” pelos trânsitos dos planetas nos Céus actuais,
é certo e sabido –
porque toda a gente sabe que o nosso Mapa continua a “funcionar” mesmo depois da morte física, do desaparecimento do bife deste lado do véu,
mas a Vida que é Eterna continua,
assim como as ressonâncias energéticas que se traduzem, a partir de um certo nível de densidade, como “manifestação de eventos”.
Isto é o B-A-BA de quem quer perceber alguma coisa de como “isto” funciona;
e por pura curiosidade, teste a mim próprio e às minhas crenças, postulei para mim próprio o seguinte pensamento:
mercúrio acabou de passar conjunto a plutão nos últimos graus de Capricórnio; e mercúrio/plutão significa “verdades reveladas”, “informação inconveniente” ou “exposição de segredos”. Por isso, postulei, sem fazer a mínima ideia, de que o Neruda teria planetas/pontos importantes no seu Mapa de nascimento ao redor dos últimos 2º ou 3º graus de Capricórnio; ISSO, por si só, a existir, para mim já explicaria que passadas tantas décadas, a verdade viesse finalmente à tona: quando o planeta das notícias tocasse o planeta do bas-fond, da morte, dos mistérios, e do que permanece escondido e oculto da luz da Consciência.
Então fui investigar.
E encontrei um Mapa fiável do nascimento do Pablo Neruda (e descobri que ele não era “só” um poeta diplomata, mas um canal).
E encontrei Quiron a 27º de Capricórnio na Casa XI (a ferida de integração social activada e projectada sobre os “poderes podres” que articularam na sombra o seu assassinato, disfarçando de morte “natural” devida a doença oncológica).
Encontrei Quiron a 27º de Capricórnio em quadratura EXACTA com Júpiter em Carneiro, a 27º. Ora a conjunção mercúrio/plutão nos céus, ao fazer conjunção com o Quiron natal, fez ao mesmo tempo quadratura a Júpiter.
Júpiter é importante no Mapa do Neruda?
Não!,… é lá agora.
Regente do Mapa, regente do Ascendente, regente do Meio-do-Céu, e por exaltação, dispositor de Neptuno, Marte, Sol, Lua, Mercúrio, e Vénus – que é como quem diz,
da sua vida toda.
Da vida, do legado, da imagem, da abordagem, da lenda, e do imaginário.
E isto, claro, depois de na última década e meia Plutão ter andado a transitar oposto a TODOS os planetas em Caranguejo, terminando precisamente com a oposição a Mercúrio em Caranguejo, rege a 4 (o fim da vida) e está conjunto a Vénus que lhe rege a 8 (circunstâncias da morte).
De modes que, como diz o meu amigo Rick Levine, “you can’t make this shit up!”, ou em português,
estas merdas não se inventam.
Só se constatam, e é quando temos atenção.
De modes que,
a próxima vez que um acontecimento significativo te chamar a atenção, certifica-te que o entendes energeticamente, e não como fruto do acaso, castigo ou recompensa arbitrária oferecida como uma lotaria cósmica:
porque não o é.
Eu é que não tenho tempo, de tanto trabalho “real” que passo os dias “no campo” a fazer, de elencar os milhões de exemplos, quotidianos e permanentes, de como isto está SEMPRE a acontecer;
Pode ser que, mesmo falando e escrevendo sobre isso só de vez em quando, anime mais alguém a desenvolver uma perspectiva objectiva, impessoal, energética, simbólica e arquetípica da Vida,
porque senão,
ainda pensamos que tem alguma coisa a ver connosco, ou pior ainda –
que não tem nada que ver connosco.
E a verdade é que tem tudo.
E não tem nada.
Como qualquer outro bom paradoxo que se apresente,
e se não for paradoxo,
hum…. não deve estar vivo *

